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Descrição

Juntos, podemos trazer a Delia de volta para casa, junto com os seus filhos.


Há dois anos, a leucemia levou-lhes o pai. Hoje, a mesma doença tenta separá-los da mãe. Juntos, podemos fazer com que a história deles tenha um final diferente.


A Delia tem apenas 44 anos. É viúva e mãe solteira de dois filhos.

Hoje, encontra-se intubada e sedada numa unidade de cuidados intensivos em Toronto. A mais de 8 000 quilómetros de distância, o Dan e a Mara esperam por ela em casa, na Roménia.


Setembro de 2024

Mesmo no dia do seu aniversário, Delia reparou que o seu marido, Radu, tinha hematomas nas pernas e nos braços. Sentiu que algo não estava bem e insistiu para que ele fosse ao hospital fazer um exame.

Desde esse dia, Radu nunca mais saiu do hospital. O diagnóstico foi leucemia mieloblástica, uma forma sem tratamento. Quatro semanas depois, faleceu. Tinha 47 anos.

A Delia ficou sozinha com o Dan, que tinha 11 anos, e a Mara, que tinha 4.


Dois anos

Dois anos em que a Delia carregou tudo aos ombros, sem ele. Dois filhos, uma carreira exigente, um luto que não teve tempo de viver. Sem se queixar, sem parar.

Dois anos em que as idas aos treinos de futebol do Dan se tornaram a sua rotina. Antes, eram dele.

Dois anos em que o Dan e a Mara cresceram apoiando-se nela. Apenas nela. O Dan terminou o 6.º ano com uma média de 10. A Mara começa o pré-escolar em setembro e mal pode esperar.

Encontrou consolo ao ajudar outras mulheres. Fez voluntariado para mulheres que ficaram sozinhas, como ela, perdidas na burocracia que se segue à morte de um marido.


Este verão

Este verão, ela quis realizar um dos sonhos que o Radu já não teve oportunidade de viver: visitar Toronto com os filhos.

Partiram dois dias antes de a Mara fazer 6 anos.

O aniversário da Mara foi um dos últimos dias que a Delia passou com os seus filhos.

Pouco tempo depois, começou a ter dificuldade em respirar. Dirigiu-se ao hospital mais próximo, onde foi internada com um diagnóstico de pneumonia. O seu estado agravou-se rapidamente. Os médicos descobriram que sofria de leucemia. A mesma doença que, há dois anos, lhe levou o marido.


Já iniciou o tratamento. A primeira dose de quimioterapia foi administrada a 1 de agosto. Seguir-se-ão ainda mais duas.


Entretanto, o Dan e a Mara regressaram sozinhos à Roménia, aos cuidados da família. Partiram sem a mãe, com a esperança de que o tratamento a traga de volta para casa, para junto deles.


Juntos, podemos fazer com que esta história continue. E, um dia, que seja contada pela própria mãe deles.


Por que vos pedimos ajuda

A Delia está a receber em Toronto os cuidados de que necessita. O problema é que não tem qualquer cobertura médica lá, e os custos são enormes. O seguro de viagem contratado à partida só conseguiu cobrir uma parte muito pequena dos custos.


Cada dia de terapia intensiva custa 9 500 dólares canadianos — cerca de 30 000 lei. A isto acrescem o tratamento e, mais tarde, o transporte médico para a Roménia.


O nosso objetivo é único: estabilizá-la o suficiente para que possamos trazê-la para casa.


O bilhete de avião já está pronto, com data aberta. Está apenas à espera que ela possa voar em segurança.


Para onde vão os fundos

Os fundos são geridos pela Irina, irmã da Delia, que abriu contas dedicadas exclusivamente a este caso. A Delia está sedada e não consegue gerir as suas próprias contas.

A Irina paga diretamente ao hospital de Toronto e irá organizar o repatriamento médico. Cada pagamento é documentado com uma fatura. Iremos publicar, periodicamente, exatamente quanto foi angariado e quanto foi pago. Podem perguntar a qualquer momento.


Se o montante angariado exceder as necessidades médicas, a diferença será destinada à recuperação da Delia e aos filhos.


Quanto vale a tua doação

Um dia de terapia intensiva custa aproximadamente 30 000 lei.

600 pessoas que doem 50 lei cadauma cobrem um dia inteiro de terapia intensiva.

300 pessoas que doem 100 lei cada uma conseguem fazer o mesmo.

60 pessoas que doem 500 lei cada uma vão aproximá-la mais da sua família por mais um dia


Precisamos de milhares de pessoas que façam um pequeno gesto. Juntos, podemos oferecer à Delia mais um dia de tratamento. Mais uma oportunidade de regressar a casa. Viva.


E se não puderem doar

Partilhem. Tem o mesmo impacto.


Há dois anos, a leucemia levou-lhes o pai. Hoje, a mesma doença tenta separá-los da mãe. Juntos, podemos fazer com que a história deles tenha um final diferente.


Agradecemos do fundo do coração por estarem ao lado dela, do Dan, da Mara e da Irina, a irmã dela.

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