Apoio à Associação Al Quds
Apoio à Associação Al Quds
Texto original espanhol traduzido para Português
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Descrição
O evento já passou, mas se não conseguiu participar, convidamo-lo a contribuir com uma doação durante esta semana.
(A plataforma 4fund irá adicionar uma comissão ao efetuar a sua doação; esta contribuição é opcional. Se desejar, pode ajustá-la para zero e confirmar que não deseja contribuir para a plataforma.)
Abaixo, apresentamos informações sobre o trabalho da Voces Palestinas e da associação Al Quds:
A Associação Al Quds trabalha há muitos anos com o Instituto Canaan de Nova Pedagogia na Faixa de Gaza.
Os projetos são para a proteção infantil, principalmente orientados para o apoio psicossocial das crianças de Gaza e das suas famílias. Todos os projetos dão prioridade aos direitos da criança e ao apoio educativo e psicossocial.
Além dos projetos, as doações são transferidas com o objetivo de satisfazer as necessidades mais básicas na Faixa.
A última angariação de fundos para a Al Quds ajudou a realizar, no início de fevereiro, a refeição popular «Somacea» para 370 famílias refugiadas na cidade de Hamad, a leste de Khanyonis (Gaza).
Vozes palestinianas pela justiça é integrada no seu núcleo por palestinianos de origem que têm contacto contínuo e direto com pessoas das suas cidades e campos de refugiados. As campanhas de ajuda são direcionadas tanto para a Cisjordânia como para Gaza.
Já foram realizadas mais de 70 campanhas de natureza variada. Tanto de água, pão, frango ou contribuição para refeitórios sociais (como se pode ver no vídeo em anexo). Há uma diversidade de entidades colaboradoras, como a Axarquía com a Palestina, com a qual se partilha uma grande irmandade.
Os palestinianos dizem de si mesmos:
Somos fortes porque não permitimos que a dor nos transforme numa sombra de nós mesmos.
Não deixamos que a injustiça nos roube a humanidade, nem que a decepção mate a esperança.
Vivemos sob o peso da perda e, mesmo assim, caminhamos com firmeza.
Dói... mas não desistimos. Sofremos... mas não nos quebramos. Nem sempre estamos bem, mas recusamo-nos a ser definidos pelas nossas feridas. Somos um povo que sabe manter-se de pé, mesmo quando a terra se torna pesada sob os nossos pés.
Cada cicatriz, cada memória, cada lágrima nos lembra que continuamos aqui, que continuamos lutando para ser nós mesmos num mundo que insiste em nos negar.
E mesmo assim, continuamos a sorrir, continuamos a falar com ternura, continuamos a viver...
porque a nossa força não está em evitar a dor, mas em não permitir que ela nos destrua.